september 5th

‘I am on the Left, that is why I will vote MPLA.’

‘But the MPLA is no longer Left. Is it.’

‘I know. I know. It is the most greedy of capitalisms we see here.’

‘So why not vote for a party that is on the Left?’

‘They are my family: I can’t vote for anyone else. And I don’t want to back a loser.’

Advertisements

3 thoughts on “september 5th

  1. Hey, Lara. I didn’t realize you had migrated over to wordpress and continued writing. Sorry I went M.I.A. for a while. It happens.

    When I was there last year, many folks were scared of the consequences of NOT voting MPLA. Is that the case for those with whom you have spoken.

    Also, re: Chinese, it seemed like a lot of folks were making a comparison of the Chinese v. Portuguese, without even the possibility of thinking about a non-colonial existence. That had to be one of the most demoralizing things to realize, after a while. After so many years of struggle, the question is for what? For whom? We know.

    What’s the FNLA up to these days?

  2. Jessica – I might a lot of people on my last trip who, yes, said that they were scared of the consequences of not voting MPLA and moreover, of what would happen if the MPLA does not win an outright majority. I think, though, that the elections could have some surprises. Although there is only one visible party – the MPLA – the Angolan people are not fools. And many want a change of system. The question is whether they will vote with their hearts on 5 September, or something else.
    The FNLA is still split… as are so many of the Angolan opposition parties. Split, let’s remember, by the devices of the MPLA – with money, pressure and great intelligence. And it is now the case as we move towards those elections, that parties that have two parties – yes, that’s what I mean! – and two leaders, will not be able to run. The elections in other words, will divide some opposition parties even more. The question I want to get an answer to is just exactly how these parties have been so successfully divided. There are so many.

  3. O MPLA COMO MARCA

    O MPLA como Marca representa um poder permanente em função de mais do que a sua história e multiplicidade de histórias e perpetuações das suas tradições.
    Um dos factores qualitativos de recriação da sua força consiste na lealdade da corrente regeneradora dos seus aliados.
    Os seus atributos, qualidade e expectativas criadas e uma amálgama de resultados e sua funcionalidade reforçam uma narrativa que impulsiona a sua existência.
    Não há dúvida de que as crenças sagradas, criações, metas e seu prestígio, sua visão e missão, capacidade de inovação reforçam o seu posicionamento.
    A sua suposta notoriedade e fidelização em constante construção criando boas ligações emocionais melhorarão consideravelmente essa marca.
    Sendo assim será que a marca MPLA é um sistema propulsor e fonte de criação de valor?
    Será que a notoriedade do MPLA continua a ser evocada de forma espontânea?
    Para que a marca MPLA se perpetue será necessário que as atitudes das pessoas correspondam a avaliações globais favoráveis.
    Não há dúvida que a força da marca MPLA quase se confundirá a um culto descentralizado e de interacções e laços fortes e experiências partilhadas que criam várias identidades verbais e simbólicas.
    Para falar da antiguidade da Marca MPLA teremos que falar forçosamente do seu núcleo fundador de Conacry dos anos 60.
    A marca MPLA se perpetua pelo seu prestígio devido as associações intangíveis, pelo seu simbolismo popularizado incontornável e grandes compromissos com o passado.
    O MPLA como marca, alem de possuir narrativas de sobrevivência, inclui testemunhos que dão a história, significados mais profundos e grande carácter de emocionalidade.
    A história do nacionalismo e luta de libertação pelos actores de renome a partir da fundação do MPLA em Conacry pelos seis fundadores bem personalizados, como Viriato da Cruz, Mário Pinto de Andrade, Hugo José Azancot de Menezes, Lúcio Lara, Eduardo Macedo dos Santos e Matias Migueis perpetuarão essa marca de forma reflectida.
    Poderemos então afirmar que os fundadores de Conacry foram os agentes prioritários e fundamentais da verdadeira autenticidade da marca MPLA.
    A dinâmica da história e a construção de identidades pressupõem estados liminares, pelo afastamento constante de identidades anteriores.
    Desenvolver a cultura da marca MPLA exigirá um constante planeamento e estratégias que permitirão reunir e sentir esta marca global.
    Para terminar apelaria que nas verdadeiras reflexões que a lenda da marca não obscurecesse a lenda dos fundadores verdadeiros artífices.
    Escrito Por:
    AYRES GUERRA AZANCOT DE MENEZES

Comments are closed.